‘onzes’ de setembro

11 09 2008

11 de Setembro de 2008 – Confirmando a estúpida filosofia de enfrentamento, as forças armadas começaram às 8h de hoje pela Cidade de Deus, a ocupação Guanabara, segundo eles, “para garantir a segurança das eleições no Rio de Janeiro”. Cheiro de pólvora e tragédia anunciada. Não é preciso ser nenhum gênio para saber que a possibilidade de confrontos com morte de inocentes é tão alta quanto a brutalidade desse plano genocida que vem ocorrendo desde o final da década de 80 e início de 90 nas favelas. A diferença é que a criminalização da pobreza em que se basea essa matança tem o aval das elites e mídia grande, ao contrário do que acontecia na ditadura pós-68 em que as classes média e alta se posicionaram contra a tortura e lutaram pelo fim da ditadura. Hoje, a grande maioria da classe média e alta, no alto de sua imbecilidade, considera uma morte na favela como “um bandido em potencial a menos no mundo”.

11 de Setembro de 1973Há 35 anos, um golpe de Estado realizado pelas classes dominantes chilenas derrubou o governo da Unidade Popular, presidido por Salvador Allende. A ponta de lança do golpe foram as Forças Armadas sob a direção do general Pinochet, que teve o apoio do imperialismo, do governo dos EUA, e foi articulado e financiado pela CIA e pelas transnacionais norte-americanas. E contou também com o apoio dos governos ditatoriais latino-americanos, inclusive o Brasil, associados com o imperialismo norte-americano na “Operação Condor”. O aparelho militar-policial do Estado chileno realizou um dos maiores banhos de sangue contra um povo nas últimas décadas na América Latina

Abaixo segue o excelente filme de Ken Loach que traça um paralelo entre o 11 de setembro de 2001 com o de 1973. Muito bom! Vale a pena assistir:

11 de setembro de 2001 – Dois boeings atingem as duas torres gêmeas do World Trade Center, derrubando-as. Entretanto, muitos pesquisadores do atentado às torres gêmeas chegaram a conclusão de que as duas torres já estavam preparadas para ruir com detonadores nas fundações. Sendo o atentado uma justificativa para se declarar uma guerra a um inimigo invisível – o terrorismo – a fim de garantir reservas de petróleo. O documentário zeitgeist dividido em 4 partes abaixo explica melhor:

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