Sobre a Revista

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A Vírus Planetário conta com pouquíssimos recursos. Contribua com o projeto, adquirindo camisas da Vírus Planetário. Por 15 reais, você pode colaborar com a revista e vestir a camisa literalmente dessa alternativa de jornalismo que tenha como objetivo final a justiça social.

Para adquirir sua camisa, envie email para marketingrvp@gmail.com, informando seu nome, telefone, cor e tamanho da camisa desejada que entraremos em contato.

Temos todos os tamanhos de camisa (p, m, g, gg e xgg) e baby look (g e gg).

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Para enviar seu trabalho, fazer uma crítica, sugestão, dar sua opinião entre em contato conosco pelo email: virusplanetario@gmail.com

Editorial:

A vida é a Divina Tragicomédia por excelência, por que não furar a fila para esse grande show de Rock que é o Apocalipse? Vamos roubar ingressos para a primeira fila para assistirmos o Juízo Final—afinal, somos os autores da obra. Ter que pagar para apreciar um espetáculo que nossos mesmos produzimos, dirigimos e protagonizamos é sacanagem demais, até pra gente.

A revista Vírus Planetário reúne um punhado de jovens lunáticos imbuídos da noção de que a Humanidade é o vírus do planeta Terra. O planeta é um organismo, nós somos um vírus destrutivo, mas fatalmente completaremos nosso curso e o sistema imunológico do planeta vai se ver livre de nós, tal qual uma gripe que nos deixa de cama por algumas semanas e desaparece com o tempo. Se continuarmos no mesmo ritmo de degradação de nós mesmos e de nosso lar – com guerras, hiper-exploração dos recursos naturais, alimentação da fome e da miséria de muitos para a garantia da superfluidade de pouquíssimos e proliferação ininterrupta de lixo tóxico e material não-biodegradável – o prognóstico para nosso planeta, daqui a alguns anos não tão distantes, é um cenário fúnebre e desalentador. Nós não estaremos vivos, bem como muito da fauna e da flora, mas a Terra sobreviverá mudada e alterada; os fungos, bactérias e insetos serão os herdeiros da nossa depravação.

Apesar dessa visão de apocalipse, sabemos que na esperança de poucas pessoas em construir uma sociedade em que todos os seres humanos sejam tratados com dignidade, respeito, e haja harmonia com a Terra, vislumbramos uma saída. A tentativa de reconstruir a sociedade exige uma percepção exata do quanto nós verdadeiramente temos a perder—caso contrário todas as tentativas de reformas sociais serão paliativos patéticos que para nada servem a não ser prolongar a agonia da Terra permitindo que a sociedade humana sobreviva nesse formato por mais alguns anos.

Abordar esse cenário aterrador de maneira direta pode ser muito desagregador e broxante. Por isso, pretendemos tratar de temas que estão em voga na grande mídia, além de política e cultura, de uma forma irreverente. Uma parte da revista contará com elementos humorísticos: charges, quadrinhos, notícias fictícias. A outra fará uma abordagem um pouco mais séria dos temas com reportagens e artigos jornalísticos. As distinções no tom de cada abordagem não esconde o caráter tragicamente realista de toda a nossa linha editorial. Esse é o diferencial de nossa revista: o olhar surreal sobre as coisas reais.

Quebremos as regras frias do jornalismo convencional medíocre dos grandes veículos. Exaltemos a injustiçada filosofia de botequim, onde os corações falam mais alto! Vamos nos lambuzar em sátiras, gírias, coloquialismos, palavrões, pontos de exclamação impertinentes, e uso da tão perseguida primeira pessoa do singular! Somos seres humanos, a neutralidade é uma farsa, uma gozação com as nossas caras de idiota! Num mundo em franca decadência, a neutralidade é uma pornografia. Repudiaremos sempre a grande imprensa oligárquica e criminosa, sua falsa imparcialidade e impessoalidade e faremos denúncias ao modo perverso como os grandes meios de comunicação tratam a notícia como uma mercadoria. O “neutro” não existe, nem para os suíços, nem para os sabonetes, muito menos para os jornais! Somos pessoais, parciais, como qualquer meio de comunicação, a diferença é que ao menos temos a mínima grandeza de reconhecermos essa tragicômica condição. Humano, demasiadamente humano—e parasitário.
Todas as opiniões publicadas no Vírus Planetário são expressões genuínas do que pensam seus autores. Todos os textos selecionados para publicação passam pelo crivo dos colaboradores, sejam eles permanentes ou sazonais. Qualquer um pode mandar um texto para o Vírus Planetário e participar nas reuniões de edição.

4 responses

1 06 2008
Luiz Rafael

Gostei de mais do trabalho de vocês e gostaria de colaborar de alguma forma, quero saber quando ocorrem as reuniões de vocês, pois tenho algumas idéias. Se puderem me responder agradeço.

Abraço a todos!

20 06 2008
Bernardo

Achei mt maneira a iniciativa e espero, sinceramente, que de certo.

Abraço aê!

24 10 2008
Tatiana

Hoje, tive o primeiro contato com a revista.Trata-se da 3ª edição e a obtive na UFF, onde estudo.Gostei muito do trabalho que abordou temas de cunho social e adorei a forma irônica de tratar alguns deles. Considerei ótima a iniciativa de realizarem uma entrevista com o Mc Leonardo, o que denota

23 09 2010
Clarisse

Gostei muito da matéria que li sobre a construção da usina de Belo Monte, pois será bastante produtivo para um trabalho de economia que estou fazendo. Gostaria de receber mais informações sobre a mesma, a possibilidade disso acontecer?
Obrigada!

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