Liberta o Pancadão – O Manual de Direitos do MC

16 12 2009

Dia 19/12/2009 – lançamento da cartilha de direitos autorais do MC

Vai ter festa!!! É o nascimento de mais um fruto da parceria entre Movimento Direito Para Quem, Revista Virus Planetário e Associação dos Profissionais e Amigos do Funk!



A Cartilha “Liberta o Pancadão – O Manual de Direitos do MC”, que conscientiza o trabalhador do funk quanto a seus Direitos Autorais, vai ser lançada no sábado, dia 19/12/2009, a partir das 12h, em uma festa da APAFunk. O local para um evento de defesa de direitos não poderia ser mais apropriado: o Centro de Cultura Popular Mariana Criola, na brava ocupação Manoel Congo, no centro da cidade (endereço abaixo).

Esperamos todos lá! A entrada é franca e haverá comes e bebes a preços populares!

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Festa Funk de Raiz no dia da consciência negra

19 11 2009

No dia da consciência negra, esta sexta-feira, dia 20 de novembro, ocorre a primeira edição da festa funk de raiz! Não fique de fora! * Organizada pela APAFunk (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk), movimento que vem lutando pelos direitos dos funkeiros, a festa arrecadará verbas para financiar a cartilha da APAFunk de conscientização dos direitos dos trabalhadores do funk.

Compra de Ingressos na hora (possibilidade de esgotar) ou antecipado através de contato pelo e-mail:
festafunkderaiz@gmail.com
R$20,00 – inteira
R$10,00 – estudantes

Siga o twitter : http://www.twitter.com/festafunkderaiz e concorra a promoções.





1º Festival Cultural Fala Favela

17 11 2009

Por Caio Amorim e Mariana Gomes

Fala pessoal!

Nesta quinta-feira agora (dia 19/11), vai rolar o 1º Festival Fala Favela a partir de 9h da manhã na UFF, campus Gragoatá (bloco O). O evento vai rolar até de noite, por volta de 1h da manhã. Imperdível!

As artes do Festival foram feitas por nós dois. Essa arte deu muito orgulho de fazer, apesar do trabalho, sabemos que estamos contribuindo  para a construção de um outro modelo de sociedade mais justa e igualitária.

Fala Favela! Pra sempre favela! Por um mundo em que as ladeiras entre as pessoas sejam apenas físicas e não metafóricas!

Abaixo seguem as informações e cartaz:

O Curso de Formação de Agentes Culturais Populares, que está sendo desenvolvido na UFF/Niterói, formará no mês de Novembro sua primeira turma.

O Projeto estimula a formação e consolidação de redes que articulem as iniciativas culturais desenvolvidas nas favelas, com a intenção de criar condições para a produção e fruição de bens culturais em espaços populares, com base numa lógica inclusiva, respeitando a diversidade e pluralidade da cultura popular.

O objetivo é qualificar/capacitar 30 agentes culturais através do curso de formação, que combina momentos de estudo de teorias e troca de experiências práticas, com a perspectiva de contribuir na construção de alternativas de geração de emprego e renda para os moradores dos espaços populares;

Nesta etapa final os alunos irão realizar com os educandos do curso o festival “Fala Favela” na UFF para fomentar e divulgar as produções culturais das favelas, através de concursos, mostras, palestras, exposições, etc….

Contamos com a presença de todos!

Data: 19/11

Hora: à partir das 9:00 hs (manhã)

Local: UFF/Niterói – Campus Gragoatá bloco O (Praça São Domingos)

Entrada Franca

Maiores Informações: http://culturanauff.blogspot.com/






Sexta edição online disponível!

5 11 2009

páginas 2“O funk não é modismo, é uma necessidade. É pra calar os gemidos que existem nessa cidade” . MC Bob Rum – Rap do Silva.

Depois de uma longa pausa causada por uma reestruturação, a Vírus Planetário, está de volta! E é em ritmo de funk, gênero tão criminalizado e reprimido pelas elites (logicamente, que se for a versão da Adriana Calcanhoto para a música dos MCs Claudinho e Buchecha, o funk está permitido), que a sexta edição vem com tudo. Na reportagem especial, conheça um pouco mais sobre o funk e a APAFunk (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk) que luta pelos direitos dos trabalhadores do Funk (MCs, DJs etc). Esta edição é dedicada ao funk e à APAFunk pelo exemplo que a Associação está dando em relação à organização popular.

páginas 1A entrevista Inclusiva é com Emanuel Cancela, coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro, que apresenta o outro projeto sobre o controle do petróleo brasileiro (do pré-sal ou não) que é ocultado, estrategicamente, pela imprensa grande. Emanuel convoca para que todos, independentemente de religião, classe social, convicção partidária participem da campanha “O petróleo tem que ser nosso!”, para que as riquezas nacionais fiquem com o povo brasileiro.

Não perca! Tudo isso e muito mais!

Para baixar, clique AQUI

Ou na parte “edições digitais” (onde estão todas as edições para download) disponível em cima e ao lado direito.

A versão impressa está disponível na banca Cardeal Leme da PUC-Rio, na Xerox do Itamar (UFRJ – campus Praia Vermelha) e na Livraria Dialética (Rua da Conceição, 26. Centro Niterói, em frente à estação das barcas).





Nota da APAFUNK – Sobre o episódio de violência na Cidade de Deus

28 09 2009

apafunk

A Associação dos Profissionais e Amigos do Funk enviou nota à imprensa sobre uma matéria publicada no site do jornal O Globo. A matéria se refere ao espancamento de policiais militares na Cidade de Deus. Mais uma vez a imprensa culpando os bailes funk pela violência nas favelas. A criminalização do funk é cotidiana na grande mídia, mas a APAFUNK não se cala diante disso. Abaixo, a nota da Associação sobre o caso.

Diante das notícias relacionadas ao espancamento de policiais militares armados e à paisana na Cidade de Deus, a APAFUNK (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk) esclarece:

1) Ao contrário das informações divulgadas por setores da imprensa, o episódio de violência envolvendo os policiais não ocorreu dentro do baile funk;

2) O fato ocorreu a mais de um quilômetro de distância do local do baile;

3) Os organizadores do baile, realizado dentro das regras estabelecidas pelo poder público, só tomaram conhecimento do caso posteriormente, pelas notícias veiculadas pela imprensa.

Sendo assim, a APAFUNK repudia mais essa tentativa de criminalizar o movimento funk. A associação lembra, ainda, que a Lei Estadual 5543, aprovada em 1º de setembro de 2009, reconhece o Funk como movimento cultural e pedagógico.

MC Leonardo

Presidente da APAFUNK.

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Abaixo, um trecho da matéria:

PMs agredidos na Cidade de Deus durante baile funk

RIO – Menos de uma semana depois de o governador Sérgio Cabral ter revogado a lei que determinava regras mais rígidas para a realização de bailes funk e festas rave no Rio, a Polícia Militar afirma que três soldados da unidade de Polícia Pacificadora da Favela Cidade de Deus, em

Jacarepaguá, foram espancados num baile funk na comunidade. Segundo a PM, eles estavam à paisana, fazendo uma investigação, quando foram descobertos e agredidos.

Ainda de acordo com a polícia, os acusados da agressão, que seriam traficantes de drogas, roubaram as armas dos policiais. Os três estão internados no Hospital Central da PM, no Estácio. Um deles teve vários dentes quebrados. O caso foi registrado na delegacia da Taquara.

Segue o link para a matéria completa: O Globo





Alô Massa Funkeira!

30 08 2009

panfleto-votacao-alerj-internet

 

No último dia 25, a juventude carioca teve um grande momento. Em audiência Pública na Alerj, o movimento Funk é Cultura, liderados pela APAFunk, ocupou o Plenário do parlamento para gritar contra a criminalização do funk depois de um ano de muita luta nas ruas. Diante de cerca de 600 funkeiros, as autoridades do Governo reconheceram que erraram ao perseguir esta cultura e assumiram o compromisso de tratar o funk como manifestação cultural popular.

De lá, saímos com uma conquista objetiva: dia 1º de setembro, próxima terça-feira, a Alerj terá duas votações importantes para nós: a revogação da lei 5265 (que inviabiliza os bailes na cidade) e o reconhecimento do funk como manifestação cultural de caráter popular.
Agora temos um grande desafio! Há um ano e meio os deputados aprovaram a lei que queremos revogar, com apenas 1 voto contrário. No dia 1º precisamos garantir que esse mesmo parlamento derrube esta lei e aprove outra reconhecendo o direito de mais de 3 milhões de jovens! Isso só será possível com a presença e união de funkeiros, amigos do funk e todos aqueles que militam contra a criminalização dos pobres e da juventude!
Por isso, anota logo aí na sua agenda, mermão:
DIA 1º de setembro
às 16h – concentração com Roda de Funk nas escadarias da Alerj (Praça XV)
às 18h – entrada na Alerj para votação.
IMPORTANTE: levar documento de identidade. Homens só entram de calça e tênis.
Nos vemos lá!




Por que o funk é tema audiência?

24 08 2009

Há mil e um motivos para a realização da audiência pública sobre o funk  na Assembleia Legislativa do Rio. Na próxima terça-feira (25/8), às 10h, a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania da Alerj vai conduzir importante discussão sobre as políticas públicas que podem e devem ser adotadas em relação ao funk.  Esse debate exige que se vá além da fronteira do preconceito da sociedade que sustenta a repressão oficial, por meio da ação da Polícia, a essa manifestação cultural. Enquanto isso, os funkeiros encampam um luta ferrenha em cada Roda de Funk.

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