Revista Vírus Planetário lança campanha por assinaturas coletivas

18 06 2011
A proposta é que associações, sindicatos, e todas as organizações de cunho social comprem cotas para distribuição em espaço populares.
Nós da Revista Vírus Planetário estamos em uma nova fase… Como uma epidemia, queremos crescer e nos espalharmos por todo o canto, todo lugar. Só que ao contrário das chagas que assolam nosso planeta, lutamos por atacar o câncer do monopólio da mídia, o big brother de todas as maneiras, que observa, manda e desmanda, mas não é questionado.
É essa mídia que ataca os movimentos sociais, não dá voz aos excluídos e engrossam a vista para o genocídio e a violência da ordem dando choque. Para quem acredita que os meios de comunicação não têm dono, a Vírus Planetário se apresenta como um remédio sem contraindicação!
Após dez edições que abordaram muitos temas polêmicos e de um jeito que a grande mídia jamais poderia contar, estamos lançando uma campanha de ASSINATURAS COLETIVAS, a fim de estruturar um conselho editorial autossuficiente para que, de agora em diante, possamos lançar nossas edições com uma periodicidade fixa. A ideia é conseguir que a Vírus chegue a ser mensal, mas isso depende da ajuda das mesmas entidades e movimentos que, assim como nós, propõem a construção de uma sociedade justa e igualitária. Ressaltamos que a Vírus conta somente com apoios de dois (ocasionalmente três) sindicatos que anunciam a fim de cobrir os custos da impressão dos exemplares.
Nossa proposta
Por isso, pedimos a todos e todas que lutam por uma imprensa livre e alheia à falsa “imparcialidade” da mídia grande que ajudem a tornar nossas ideias um Vírus Planetário! A proposta é que a cota comprada seja distribuída para pessoas que não poderiam comprar (como em pré-vestibulares comunitários), mas a distribuição fica à cargo da entidade compradora.
Link direto para todas as edições: http://va.mu/x7B
Confira os preços e proponha à direção de sua entidade a compra de uma cota, anexo segue documento para ser impresso e apresentado:
até 50 exemplares — R$ 3 cada
de 51 a  99 exemplares — R$ 2,30 cada
de 100 a 299 exemplares — R$ 2 cada
de 300 a 499 exemplares — R$ 1, 90 cada
de 500 a 749 exemplares — R$ 1, 80 cada
de 750 a 999 exemplares — R$ 1,70 cada
a partir de 1000 exemplares — R$ 1,50 cada
Para encomenda de uma cota, envie email para virusplanetario@gmail.com
*Observação: A Malungo Comunicação e Editora é uma editora independente aberta recentemente pela equipe da revista Vírus Planetário a fim de regularizar suas atividades e emitir notas fiscais pelas vendas.




Oitava edição lançada!

31 10 2010

A Vírus Planetário lança sua edição de outubro/novembro.

Neste exemplar, trazemos na Entrevista Inclusiva, Plínio de Arruda Sampaio, Zé Maria e Ivan Pinheiro, que apontam os novos desafios da esquerda no Brasil e comentam as eleições presidenciais

Também apresentamos reportagem sobre o plebiscito pelo limite de propriedade de terras agrícolas no Brasil, um país divido por capitanias hereditárias e com uma das maiores concentração de terras do mundo.

Análises e matérias sobre eleições, Irã, Iraque, educação e outros temas  na 8ª edição da Vírus Planetário.

Nessa edição, a revista está à venda em diversos pontos do Rio de Janeiro, para conferir onde comprar, clique em: www.virusplanetario.wordpress.com/onde-encontrar/ .
Por apenas 2 reais, você pode fortalecer a imprensa alternativa e democratização da comunicação.

(Para baixar a edição digital, clique na imagem ao lado.)





Cerca de meio milhão de brasileiros e brasileiras dizem SIM ao limite da propriedade de terra

19 10 2010

por Assessoria de Comunicação FNRA

O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo entregou hoje à sociedade brasileira o resultado do Plebiscito Popular sobre o Limite da Propriedade, realizado de 1º a 12 de setembro

Participaram deste plebiscito 519.623 pessoas, em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. Só não participaram do mesmo, Santa Catarina, Amapá e Acre que optaram por fazer o abaixo-assinado, somente. Eram admitidas à votação pessoas acima de 16 anos, portanto em condições de votar.

Duas foram as perguntas formuladas às quais se devia responder sim ou não.

A primeira: Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil, devem ter um limite máximo de tamanho?

A segunda: Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?

95,52% (495.424) responderam afirmativamente à primeira pergunta, 3,52% (18.223), negativamente, 0,63% foram votos em branco e 0,34%, votos nulos.

Em relação à segunda pergunta os que responderam sim foram 94,39% (489.666), 4,27% (22.158) responderam não, 0,89 % foram votos em branco e 0,45%, votos nulos.

CONTINUA. CLIQUE AQUI





Qual deve ser o limite da propriedade da terra?

26 08 2010

No dia 27, acontece no Rio de Janeiro o lançamento do plebiscito. Vai ser às 18h30 na ABI, o endereço é Rua Araújo Porto Alegre, 71 – 9º andar centro (próximo à cinelândia). Compareça, ajude a construir um Brasil mais justo e igualitário para todos.

Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra
O que é? Quando? Onde? Como? Vai mudar o quê?

Entre os dias 01 e 07 de setembro, toda a sociedade brasileira terá a oportunidade de dizer se é a favor ou contra a concentração de terras no país, ou seja, se concorda ou não com o latifúndio. Nesse período acontecerá o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra com postos de votação organizados pela própria população em diversos locais espalhados pelo Brasil inteiro.

A campanha do Limite da Propriedade da Terra é uma ação de conscientização e mobilização da sociedade brasileira para incluir na Constituição Federal um novo inciso que limite às propriedades rurais em 35 módulos fiscais. Áreas acima dos 35 módulos seriam automaticamente incorporadas ao patrimônio público.

O módulo fiscal é uma referência, estabelecida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que define a área mínima suficiente para prover o sustento de uma família de trabalhadores e trabalhadoras rurais. Ele varia de região para região e é definido para cada município a partir da análise de várias regras, como por exemplo, a situação geográfica, qualidade do solo, o relevo e condições de acesso. A introdução desta medida resultaria numa disponibilidade imediata de mais de 200 milhões de hectares de terra, sem despender recursos públicos para a indenização dos proprietários. Esses recursos poderiam ser empregados no apoio à infra-estrutura, ao crédito subsidiado e à assistência técnica para os assentamentos.

Saiba como participar desse movimento e contribuir na construção de uma sociedade justa e fraterna: www.limitedaterra.org.br





Sétima edição da Vírus Planetário

7 08 2010

Finalmente, lançamos a sétima edição da revista Vírus Planetário. Tivemos diversos problemas, que já estão sendo solucionados, e nos reestruturamos e caminhamos para manter nossa periodicidade. Pedimos desculpas pelo longo intervalo sem Vírus, mas a partir de hoje estaremos em dia com você, leitor, seja nas edições da revista, seja nas atualizações do site.

Convite à surpresa

Nessa edição, trazemos duas entrevistas inusitadas para uma revista de esquerda. Jean Wyllys e ForFun. O jornalista e o grupo de rock que tiveram uma imagem consolidada como pessoas pops, vazias e sem opinião, provam que mais uma vez a imprensa grande ajuda a formar conceitos distorcidos. Além disso, também estreamos nossa seção feita pela equipe de Brasília com reportagem sobre a especulação imobiliária no Noroeste da capital federal. Tema também debatido pela reportagem sobre a tragédia das chuvas do estado do Rio, dois meses após as enchentes, trouxemos a situação em que os moradores das favelas atingidas se encontram e o debate sobre planejamento urbano e segregação
sócio-espacial.
Tudo isso e mais artigos, humor, charges e conteúdo contra-hegemônico, você encontra na sétima edição da Vírus Planetário.

Tá esperando o quê? Baixe AQUI ou visualize aqui a sétima edição digital. Não deixe de comprar seu exemplar a 2 reais nos locais de venda e apoiar a Vírus. Você confere aqui onde pode comprar seu exemplar impresso.





Na contramão dos direitos humanos

20 05 2010

Governo federal altera pontos da terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos que haviam gerado reações de setores conservadores

No dia 12, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto n.º 7.177, que alterou nove pontos da terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), lançada em dezembro de 2009.

As alterações no texto são uma resposta às reações de setores conservadores, que criticaram duramente o programa. Parte da Igreja Católica, ruralistas, grandes empresas de comunicação e as Forças Armadas exerceram, desde dezembro, forte pressão para que o governo recuasse em pontos considerados, por eles, anti-democráticos.

A nova versão do PNDH3 retira o apoio à descriminalização do aborto e a proibição à ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União; altera a proposta de resolução de conflitos agrários, que previa a realização de audiência coletiva entre os envolvidos e o Ministério Público antes da decisão de concessão de liminar judicial; retira a regulação dos meios de comunicação em relação ao cumprimento dos direitos humanos; e exclui as expressões “repressão ditatorial” e “perseguidos políticos”, passando a tratar as questões referentes à ditadura civil-militar (1964-1985) como violações de direitos humanos. O decreto 7.177 retira, também, o artigo que proibia que logradouros recebessem nomes de pessoas que praticaram crimes de lesa-humanidade durante o período.

Críticas

Movimentos sociais e organizações de direitos humanos lamentaram a decisão do governo e qualificaram o recuo como um retrocesso na questão dos direitos humanos no Brasil. Na avaliação de Plinio Arruda Sampaio, ex-deputado constituinte e, hoje, membro do Psol, o governo federal tirou a força do programa. Ele explica que o PNDH não é um texto jurídico, mas tem peso político. Dessa forma, de acordo com Plinio, ao esvaziar o programa, o governo federal dificultou as lutas populares pela busca de seus direitos, como, por exemplo, a punição aos torturadores do período da ditadura civil-militar.

“A característica do Lula é ceder a pressões, desde que elas não sejam as do povo. Ele cede a todas as pressões que não são populares, seja do sistema externo, seja da oligarquia interna”, protesta.

Clique aqui e leia a matéria completa no site do Brasil de Fato.





MST ocupa sedes do Incra em seis estados e em Brasília

20 04 2010

Jornada cobra do governo compromissos assumidos em agosto, como a atualização dos índices e assentamento dos acampados

O MST ocupou a sede nacional do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), em Brasília, e mais as superintendências em São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Piauí e Paraíba, nesta segunda-feira (19/4), na Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária. O movimento mantém ocupada também a sede do Incra em Pernambuco, desde sábado.

As mobilizações cobram do governo o assentamento das 90 famílias acampadas do Movimento e um programa de agroindústrias para os assentamentos (veja a pauta completa em http://www.mst. org.br/node/ 9606). Em agosto, o governou assumiu uma série de compromissos com a Reforma Agrária, que até agora não foram cumpridos, como a atualização dos índices de produtividade e a garantia de recursos para a desapropriação de áreas.

“O governo não vem cumprindo os seus compromissos com a Reforma Agrária. Temos famílias acampadas há mais de cinco anos, vivendo em situação bastante difícil à beira de estradas e em áreas ocupadas, que são vítimas da violência do latifúndio e do agronegócio”, disse José Batista de Oliveira, integrante da coordenação nacional do MST.

Em toda a jornada, foram realizadas manifestações em 19 estados e em Brasília. Os Sem Terra fazem marchas pela Reforma Agrária na Bahia, Tocantins, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Foram ocupados 68 latifúndios, em Pernambuco (25), Bahia (15), São Paulo (11), Paraíba (5), Sergipe (4), Alagoas (2), Ceará (2), Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul (uma em cada estado). A maioria das áreas ocupadas já foram classificadas como improdutivas em vistorias do Incra, mas ainda não foram desapropriadas e destinadas à Reforma Agrária.

A jornada reivindica também a renegociação das dívidas das famílias assentadas e uma linha de crédito que atenda as especificidades das áreas de Reforma Agrária. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) não atende às necessidades dos assentados e criou uma geração de inadimplentes.

Leia a matéria na íntegra no site do MST ou da Agência Petroleira de Notícias (APN).